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domingo, 20 de julho de 2014

Uma adolescente de 14 anos esfaqueou a própria mãe na noite de segunda-feira (14), no bairro São Vicente, em Artur Nogueira (SP), depois de uma discussão que começou porque a jovem não teria lavado a louça como a mãe havia pedido. 



A filha contou a polícia que acabou golpeando a mãe com a faca porque ficou irritada com as ofensas que a dona de casa fez a ela. Érola Cristina Alves da Silva, 39 anos, foi socorrida para o Hospital Municipal de Artur Nogueira, mas não resistiu aos ferimentos. A polícia chegou ao local, na Rua Maria Marsson Sia, após ser informada de que uma mulher estaria ferida. Érola foi encontrada pela polícia caída entre a sarjeta e a rua. A adolescente estava dentro da casa e, inicialmente, afirmou aos policiais militares que a mãe havia tentado se matar. 

Desconfiados da versão da jovem, já que os ferimentos se concentravam nas costas da vítima, os insistiram em saber o que havia acontecido, até que a menina afirmou ter agredido a própria mãe depois que ela chegou em casa embriagada e começou a discutir com a jovem. Assistindo TV A menina afirmou estava assistindo TV, mas foi lavar a louça como a mãe pediu. Entretanto, a mãe continuou a ofendendo o que a deixou nervosa e como estava próximo da faca acabou agredindo-a. Os vizinhos contaram que a adolescente saiu pela rua pedindo socorro, por volta das 23h, mas que não ouviram nenhum barulho antes disso. Além das facadas nas costas, a vítima que estava toda ensanguentada tinha um corte profundo no pescoço. 

A vizinhança afirmou que elas moravam na casa há cerca de um mês. A faca de 17 centímetros utilizada pela jovem foi localizada e apreendida. A jovem foi detida e vai ficar a disposição da Vara da Infância e Juventude.
são paulo

Jovem de 14 anos mata mãe em discussão

SMK Editors  |  at  01:31

Uma adolescente de 14 anos esfaqueou a própria mãe na noite de segunda-feira (14), no bairro São Vicente, em Artur Nogueira (SP), depois de uma discussão que começou porque a jovem não teria lavado a louça como a mãe havia pedido. 



A filha contou a polícia que acabou golpeando a mãe com a faca porque ficou irritada com as ofensas que a dona de casa fez a ela. Érola Cristina Alves da Silva, 39 anos, foi socorrida para o Hospital Municipal de Artur Nogueira, mas não resistiu aos ferimentos. A polícia chegou ao local, na Rua Maria Marsson Sia, após ser informada de que uma mulher estaria ferida. Érola foi encontrada pela polícia caída entre a sarjeta e a rua. A adolescente estava dentro da casa e, inicialmente, afirmou aos policiais militares que a mãe havia tentado se matar. 

Desconfiados da versão da jovem, já que os ferimentos se concentravam nas costas da vítima, os insistiram em saber o que havia acontecido, até que a menina afirmou ter agredido a própria mãe depois que ela chegou em casa embriagada e começou a discutir com a jovem. Assistindo TV A menina afirmou estava assistindo TV, mas foi lavar a louça como a mãe pediu. Entretanto, a mãe continuou a ofendendo o que a deixou nervosa e como estava próximo da faca acabou agredindo-a. Os vizinhos contaram que a adolescente saiu pela rua pedindo socorro, por volta das 23h, mas que não ouviram nenhum barulho antes disso. Além das facadas nas costas, a vítima que estava toda ensanguentada tinha um corte profundo no pescoço. 

A vizinhança afirmou que elas moravam na casa há cerca de um mês. A faca de 17 centímetros utilizada pela jovem foi localizada e apreendida. A jovem foi detida e vai ficar a disposição da Vara da Infância e Juventude.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Giuliano Ferreira, 35, dançou na vida até virar pastor evangélico.

 Antes de chegar à Assembleia de Deus, ele viajou o mundo com a trupe de dançarinos da travesti Eloína dos Leopardos –era um dos moços-felinos nus ao redor da amiga de Rogéria. As duas transformistas criaram “A Noite dos Leopardos” nos anos 1980, numa galeria em Copacabana onde fica hoje uma Igreja Universal. Foi go-go boy em casas noturnas, “daquelas elitizadas”, em São Paulo e no Rio. Sem revelar nomes, diz ter se engraçado com “um verdadeiro furacão”, que na época “trabalhava numa grande emissora de TV”.



 Descreve o ofício “como um show de stripper, cada um tinha um personagem”. Seu predileto: o cauboi. “Também já virei Zorro, Mister M., ‘Titanic’, que fazia sucesso na época… Quando algo se destacava, eu aproveitava”. Dos 18 anos 24 anos, enfim, Giuliano era o rei do mundo –pornô. “Com a ascensão das minhas performances, recebi o convite para os filmes”, conta. Começou com cachês pequenos, que hoje calcula equivalerem a R$ 200 por cena. No auge, como Julio Vidal ou Juliano Ferraz, seus dois pseudônimos garanhões, chegava a tirar R$ 1.500 por dia. Até decidir largar tudo para virar evangélico e viver da venda de Bíblias, CDs, DVDs e livros (não revela a nova renda).

Um dos produtos para aumentar o caixa foi lançado em abril. Na autobiografia “Luz, Câmera, Ação e Transformação (editora Semeando, R$ 19,90, “frete incluso”), o evangelista evidencia esse “antes” e o “depois” em sua vida. Na capa, ele como go-go boy, com blusa de marinheiro ajustada a uma cordilheira de músculos. Na contracapa, a versão convertida, de paletó e Bíblia na mão. 

 Giuliano estima ter feito 300 filmes, atuando com homens (“no começo de carreira”) e mulheres. O mais famoso: “A Primeira Vez de Rita Cadillac”, de 2006. A obra da produtora Brasileirinhas trazia uma inédita cena lésbica da protagonista, já cinquentona. Giuliano conta ter contracenado com a ex-chacrete na frente da câmera e a consolado após o diretor gritar “corta!”. 

 “Quem a conhece sabe que a Rita é um personagem, como eu era. Não sou nada daquilo que passava no filme. Ela também não. É até um pouco tímida. Chorava muito. ‘Cara, estou fazendo isso por pura necessidade’, dizia. Eu a entendi plenamente. As pessoas pensam que ali atua um bando de pervertidos. Mas ali tem pai e mãe de família buscando o sonho de uma vida melhor.” 

 TITANIC 

 Na adolescência, trabalhou como contínuo no setor de transporte da Folha e, depois, como auxiliar de redação de outra publicação da casa, a extinta “Notícias Populares”. 

Ao perder o emprego, sentiu a vida ir a pique. Como o Titanic. Aos 18 anos, engravidou uma menina mais nova, que largou o filho a seus cuidados. Desempregado e pai solteiro, viu na indústria pornô uma boia de salvação. Aos 24 anos, com carreira consolidada no circuito para maiores de 18, sentiu a “mão de Deus” guiando a mão não tão habilidosa de um dentista trapalhão. Durante uma gravação, sentiu o dente inchado. Procurou ajuda odontológica para extrair o ingrato, mas a coisa degringolou para uma infecção generalizada. Foram cinco dias de coma, afirma. “Mas não culpo o dentista. Vejo a mão de Deus em tudo isso. Para eu poder parar e tomar um rumo.” 

O rumo, na ocasião, foi a Igreja Batista, seu primeiro “pit-stop” evangélico. Acabou estudando teologia num núcleo de membros da Assembleia de Deus. “Até que aceitei o chamado de Deus para pregar a palavra.”

VIRA A PÁGINA 

 Casado há 11 anos, com um filho e um enteado, Giuliano mora em São Carlos, a 244 Km de São Paulo. Pode até ter transformado seu passado num livro aberto. Mas garante que fez questão de virar essa página. Hoje, condena qualquer tipo de pornografia –vê seu antigo ramo como uma espécie de “prostituição, segundo a Bíblia”. E defende “princípios da família”, como casar virgem.



 “Tenho a certeza que uma pessoa que se casa gostaria de saber que sua esposa não se relacionou com outra pessoa e se guardou somente para ele”, diz. “Agora vão falar: ‘Que isso, você fazia filmes e agora tá assim careta!’”, reconhece. “Amo minha mulher e respeito muito ela, que rompeu as barreiras e se casou comigo, um cara que tinha já tido muitas pessoas na vida.” 

O pastor diz que ainda há quem o olhe de um jeito “meio diferente” nos cultos. Mas que a igreja, no fim, cumpre sua “vocação”. “Ela é para acolher, independentemente se é ex-drogado, ex-homossexual, ex-prostituta. O próprio Jesus disse: eu vim para os doentes, não para os sãos”, afirma o hoje engravatado pastor Giuliano, com a camisa abotoada até a última casinha. O rei do pornô não está mais nu.

POR ANNAVIRGINIA da folha / smk company inf


pornô

Conheça a história de Giuliano Ferreira, pastor da Assembleia de Deus, que foi ator pornô

SMK Editors  |  at  15:21

Giuliano Ferreira, 35, dançou na vida até virar pastor evangélico.

 Antes de chegar à Assembleia de Deus, ele viajou o mundo com a trupe de dançarinos da travesti Eloína dos Leopardos –era um dos moços-felinos nus ao redor da amiga de Rogéria. As duas transformistas criaram “A Noite dos Leopardos” nos anos 1980, numa galeria em Copacabana onde fica hoje uma Igreja Universal. Foi go-go boy em casas noturnas, “daquelas elitizadas”, em São Paulo e no Rio. Sem revelar nomes, diz ter se engraçado com “um verdadeiro furacão”, que na época “trabalhava numa grande emissora de TV”.



 Descreve o ofício “como um show de stripper, cada um tinha um personagem”. Seu predileto: o cauboi. “Também já virei Zorro, Mister M., ‘Titanic’, que fazia sucesso na época… Quando algo se destacava, eu aproveitava”. Dos 18 anos 24 anos, enfim, Giuliano era o rei do mundo –pornô. “Com a ascensão das minhas performances, recebi o convite para os filmes”, conta. Começou com cachês pequenos, que hoje calcula equivalerem a R$ 200 por cena. No auge, como Julio Vidal ou Juliano Ferraz, seus dois pseudônimos garanhões, chegava a tirar R$ 1.500 por dia. Até decidir largar tudo para virar evangélico e viver da venda de Bíblias, CDs, DVDs e livros (não revela a nova renda).

Um dos produtos para aumentar o caixa foi lançado em abril. Na autobiografia “Luz, Câmera, Ação e Transformação (editora Semeando, R$ 19,90, “frete incluso”), o evangelista evidencia esse “antes” e o “depois” em sua vida. Na capa, ele como go-go boy, com blusa de marinheiro ajustada a uma cordilheira de músculos. Na contracapa, a versão convertida, de paletó e Bíblia na mão. 

 Giuliano estima ter feito 300 filmes, atuando com homens (“no começo de carreira”) e mulheres. O mais famoso: “A Primeira Vez de Rita Cadillac”, de 2006. A obra da produtora Brasileirinhas trazia uma inédita cena lésbica da protagonista, já cinquentona. Giuliano conta ter contracenado com a ex-chacrete na frente da câmera e a consolado após o diretor gritar “corta!”. 

 “Quem a conhece sabe que a Rita é um personagem, como eu era. Não sou nada daquilo que passava no filme. Ela também não. É até um pouco tímida. Chorava muito. ‘Cara, estou fazendo isso por pura necessidade’, dizia. Eu a entendi plenamente. As pessoas pensam que ali atua um bando de pervertidos. Mas ali tem pai e mãe de família buscando o sonho de uma vida melhor.” 

 TITANIC 

 Na adolescência, trabalhou como contínuo no setor de transporte da Folha e, depois, como auxiliar de redação de outra publicação da casa, a extinta “Notícias Populares”. 

Ao perder o emprego, sentiu a vida ir a pique. Como o Titanic. Aos 18 anos, engravidou uma menina mais nova, que largou o filho a seus cuidados. Desempregado e pai solteiro, viu na indústria pornô uma boia de salvação. Aos 24 anos, com carreira consolidada no circuito para maiores de 18, sentiu a “mão de Deus” guiando a mão não tão habilidosa de um dentista trapalhão. Durante uma gravação, sentiu o dente inchado. Procurou ajuda odontológica para extrair o ingrato, mas a coisa degringolou para uma infecção generalizada. Foram cinco dias de coma, afirma. “Mas não culpo o dentista. Vejo a mão de Deus em tudo isso. Para eu poder parar e tomar um rumo.” 

O rumo, na ocasião, foi a Igreja Batista, seu primeiro “pit-stop” evangélico. Acabou estudando teologia num núcleo de membros da Assembleia de Deus. “Até que aceitei o chamado de Deus para pregar a palavra.”

VIRA A PÁGINA 

 Casado há 11 anos, com um filho e um enteado, Giuliano mora em São Carlos, a 244 Km de São Paulo. Pode até ter transformado seu passado num livro aberto. Mas garante que fez questão de virar essa página. Hoje, condena qualquer tipo de pornografia –vê seu antigo ramo como uma espécie de “prostituição, segundo a Bíblia”. E defende “princípios da família”, como casar virgem.



 “Tenho a certeza que uma pessoa que se casa gostaria de saber que sua esposa não se relacionou com outra pessoa e se guardou somente para ele”, diz. “Agora vão falar: ‘Que isso, você fazia filmes e agora tá assim careta!’”, reconhece. “Amo minha mulher e respeito muito ela, que rompeu as barreiras e se casou comigo, um cara que tinha já tido muitas pessoas na vida.” 

O pastor diz que ainda há quem o olhe de um jeito “meio diferente” nos cultos. Mas que a igreja, no fim, cumpre sua “vocação”. “Ela é para acolher, independentemente se é ex-drogado, ex-homossexual, ex-prostituta. O próprio Jesus disse: eu vim para os doentes, não para os sãos”, afirma o hoje engravatado pastor Giuliano, com a camisa abotoada até a última casinha. O rei do pornô não está mais nu.

POR ANNAVIRGINIA da folha / smk company inf


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

O Parlamento da Bélgica aprovou nesta quinta-feira uma lei que autoriza a eutanásia para menores, sem limite mínimo de idade. Aprovada 86 votos, com 44 contra e 12 abstenções, ela agora segue para a assinatura do rei. 



Após isso, o direto à eutanásia, que já era válido para adultos, será ampliado para menores em estado terminal e sofrendo de dores físicas insuportáveis, desde que contem com a aprovação explícita dos pais e de uma junta médica de pediatras e psiquiatras. 

 A Bélgica permite a morte assistida para adultos desde 2002, a exemplo de Suíça, Luxemburgo e também da Holanda, onde a eutanásia é permitida para crianças a partir de 12 anos, também com o consentimento dos pais. Assim que a lei foi votada, um homem que estava na área reservada ao público gritou “assassinos”, dirigindo-se aos políticos.

Antes da aprovação da lei, a Bélgica assistiu a um grande debate sobre a polêmica, de acordo com o correspondente da BBC em Bruxelas, Duncan Crawford. De um lado, os que apoiavam a ideia afirmavam que, na prática, ela afetaria apenas um número pequeno de crianças, que provavelmente já estariam na adolescência.

Um comitê de especialistas consultado pelo Senado belga durante os debates sobre a proposta de lei estimou que a Bélgica poderia ter até dez casos por ano. Já os oponentes afirmam que uma criança não tem como tomar uma decisão tão difícil e que a iniciativa não teria utilidade prática e responderia mais a propósitos políticos que a uma demanda real da sociedade.

Razões políticas 

Em um editorial publicado esta semana, o jornal La Libre Belgique lembra que na Holanda, único país onde a eutanásia é atualmente autorizada para menores, apenas cinco casos foram registrados desde a entrada em vigor da lei, em 2002. "Antes de votar uma lei, a primeira questão é saber se ela responde a uma demanda, a uma necessidade.

A resposta aqui é negativa", afirma o editorialista Francis Van de Woestyne, para quem a votação "responde a uma urgência não médica ou psicológica, mas ideológica". "O perigo é que essa lei, votada em fim de governo, não passe de um troféu concebido não para aliviar o sofrimento de crianças ou famílias, mas por razões estritamente políticas", advertiu, recordando que a Bélgica tem eleições gerais em maio.

Uma recente pesquisa de opinião do mesmo jornal indicou que 74% da população apoia a iniciativa. Em 2012 a Bélgica registrou um recorde de eutanásias em adultos: 1.432 casos, 25% mais que no ano anterior e o equivalente a 2% dos falecimentos.

Objetividade 

Os opositores da nova lei também criticam a falta de critérios objetivos para definir quando os jovens têm suficiente capacidade de discernimento para decidir sobre a própria morte, uma das exigências para que o pedido de eutanásia seja autorizado. "A influência dos pais e pessoas próximas sobre um menor compromete sua capacidade de decisão independente.

Um jovem pode se sentir motivado a pedir a eutanásia pensando em ajudar os pais, não para si mesmo", acredita o neuro-oncologista pediatra Van Gool. Diversos grupos da sociedade belga - entre eles a Igreja Católica e a associação independente Dossards Jaunes - se manifestaram durante a semana, pedindo que a votação da lei seja adiada para depois das eleições, a fim de dar espaço a uma análise despolitizada e objetiva.

O debate chegou até a Índia, onde 250 especialistas de 35 países, reunidos no primeiro Congresso Internacional de Cuidados Paliativos Pediátricos, pediram ao governo belga que "reconsidere sua decisão" de ampliar a lei da eutanásia.

BBC Brasil
de olho na notícia

Em meio à polêmica, parlamento da Bélgica aprova eutanásia para menores

SMK Editors  |  at  09:56

O Parlamento da Bélgica aprovou nesta quinta-feira uma lei que autoriza a eutanásia para menores, sem limite mínimo de idade. Aprovada 86 votos, com 44 contra e 12 abstenções, ela agora segue para a assinatura do rei. 



Após isso, o direto à eutanásia, que já era válido para adultos, será ampliado para menores em estado terminal e sofrendo de dores físicas insuportáveis, desde que contem com a aprovação explícita dos pais e de uma junta médica de pediatras e psiquiatras. 

 A Bélgica permite a morte assistida para adultos desde 2002, a exemplo de Suíça, Luxemburgo e também da Holanda, onde a eutanásia é permitida para crianças a partir de 12 anos, também com o consentimento dos pais. Assim que a lei foi votada, um homem que estava na área reservada ao público gritou “assassinos”, dirigindo-se aos políticos.

Antes da aprovação da lei, a Bélgica assistiu a um grande debate sobre a polêmica, de acordo com o correspondente da BBC em Bruxelas, Duncan Crawford. De um lado, os que apoiavam a ideia afirmavam que, na prática, ela afetaria apenas um número pequeno de crianças, que provavelmente já estariam na adolescência.

Um comitê de especialistas consultado pelo Senado belga durante os debates sobre a proposta de lei estimou que a Bélgica poderia ter até dez casos por ano. Já os oponentes afirmam que uma criança não tem como tomar uma decisão tão difícil e que a iniciativa não teria utilidade prática e responderia mais a propósitos políticos que a uma demanda real da sociedade.

Razões políticas 

Em um editorial publicado esta semana, o jornal La Libre Belgique lembra que na Holanda, único país onde a eutanásia é atualmente autorizada para menores, apenas cinco casos foram registrados desde a entrada em vigor da lei, em 2002. "Antes de votar uma lei, a primeira questão é saber se ela responde a uma demanda, a uma necessidade.

A resposta aqui é negativa", afirma o editorialista Francis Van de Woestyne, para quem a votação "responde a uma urgência não médica ou psicológica, mas ideológica". "O perigo é que essa lei, votada em fim de governo, não passe de um troféu concebido não para aliviar o sofrimento de crianças ou famílias, mas por razões estritamente políticas", advertiu, recordando que a Bélgica tem eleições gerais em maio.

Uma recente pesquisa de opinião do mesmo jornal indicou que 74% da população apoia a iniciativa. Em 2012 a Bélgica registrou um recorde de eutanásias em adultos: 1.432 casos, 25% mais que no ano anterior e o equivalente a 2% dos falecimentos.

Objetividade 

Os opositores da nova lei também criticam a falta de critérios objetivos para definir quando os jovens têm suficiente capacidade de discernimento para decidir sobre a própria morte, uma das exigências para que o pedido de eutanásia seja autorizado. "A influência dos pais e pessoas próximas sobre um menor compromete sua capacidade de decisão independente.

Um jovem pode se sentir motivado a pedir a eutanásia pensando em ajudar os pais, não para si mesmo", acredita o neuro-oncologista pediatra Van Gool. Diversos grupos da sociedade belga - entre eles a Igreja Católica e a associação independente Dossards Jaunes - se manifestaram durante a semana, pedindo que a votação da lei seja adiada para depois das eleições, a fim de dar espaço a uma análise despolitizada e objetiva.

O debate chegou até a Índia, onde 250 especialistas de 35 países, reunidos no primeiro Congresso Internacional de Cuidados Paliativos Pediátricos, pediram ao governo belga que "reconsidere sua decisão" de ampliar a lei da eutanásia.

BBC Brasil

domingo, 19 de janeiro de 2014

O que sente um preso ao sair de Pedrinhas, presídio em São Luís que está entre os mais violentos do Brasil, palco de decapitações e de 62 mortes nos últimos 12 meses? Marcelo Jorge Araújo Rodrigues, que em novembro passado deixou o presídio ao encerrar sua segunda temporada atrás das grades, surpreende na resposta: "Fiquei triste".

 A explicação para o sentimento, diz ele, tem a ver com o fato de que, pouco antes de sua captura, ele se tornara um pastor evangélico. "Saí e senti saudades dos irmãos que ficaram lá presos, a quem pregava, que me escutavam. Aquilo tudo foi muito doído", conta. Na primeira vez que deixou a prisão, porém, Rodrigues diz ter se sentido de outra forma. Ele estava preso – também em Pedrinhas – desde 2005 por assalto.



Queria tanto sair da cadeia que, em 2008, ao receber uma autorização judicial para passar as festas de fim de ano com os sete filhos, não voltou mais. "Parecia que tinha nascido de novo". Segundo crime Foragido, em pouco tempo cometeria outro crime, ao esfaquear seu sogro até a morte. "Estava drogado, só fiquei sabendo o que tinha feito no dia seguinte."

Apesar disso, não foi achado pela polícia e seguiu em liberdade. Foi só então que ele diz ter tomado a decisão que, segundo ele, mudaria o curso da sua vida: converter-se à Igreja Evangélica Unidos por Cristo. E por quê? "Por cansaço da vida do crime, por não compensar e não valer nada. E o chamado de Deus." Rodrigues logo abriria o seu próprio templo em São Luís, uma casinha de madeira sob uma ponte que cruza o rio Anil, na favela do bairro Jaracati.

A BBC Brasil visitou a igreja, batizada de Fogo Puro, com capacidade para cerca de trinta pessoas. As paredes são forradas com papel amarelo; o teto, com papel azul. As cerimônias contam com uma banda com dois violões, teclado, bateria e outros oito instrumentos de percussão. Para manter a casa limpa, pede-se aos fiéis que deixem os sapatos na entrada.

O capricho no templo contrasta com o entorno, onde lixo, ratos e excrementos se acumulam sob as tábuas que conectam as casas sobre o mangue. Rodrigues diz que, após erguer a igreja, em 2009, pôs fim a uma trajetória iniciada aos 12 anos, quando começou a se envolver com uma gangue por "influências". O primeiro assalto, diz ele, ocorreu aos 15, poucos anos após largar a escola, na quinta série.

Às vezes, era pego pela polícia. As capturas, segundo Rodrigues, eram seguidas por sessões de tortura para que confessasse os crimes e delatasse companheiros. "Já fui levado para o mato, amarrado, pendurado de cabeça para baixo no abismo, já fui torturado dentro do tanque, apanhei muitas ripadas na cabeça e não podia colocar a mão, que aumentava de dez em dez." Certa vez, diz que um policial "arrebentou" seu céu da boca com um fuzil. Também afirma ter passado pela "tortura do saco": "colocam um saco na tua cabeça, tu desmaia, jogam água. E todo tempo naquela opressão, pensando que vai morrer."

As piores lembranças, porém, são das duas vezes em que diz ter tido unhas removidas com alicate. "É uma sensação de arrancar um pedaço da gente estando vivo". Mesmo assim, afirma ter resistido à violência sem abrir a boca, respeitando a regra entre os criminosos que pune delatores com a morte. E como tampouco confessava os crimes, diz que sempre acabava liberado por falta de provas.

Rebelião

 Após o assalto em 2005, no entanto, Rodrigues foi finalmente condenado e levado a Pedrinhas pela primeira vez. Logo de cara enfrentou uma rebelião, em que os presos cobravam melhores condições. Naquele momento, diz ele, "o medo não é dos detentos: o medo é a polícia invadir e matar todo mundo, como no Carandiru", diz Rodrigues, citando o massacre em outubro de 1992 na antiga Casa de Detenção de São Paulo, quando 111 presos foram mortos. Rodrigues ainda enfrentaria em Pedrinhas muitas outras rebeliões – e intervenções policiais.

"Invasão é choque, gás de pimenta, tiro de borracha. Atiram nas pessoas sem nenhum respeito. Para eles a gente não é nenhum ser humano, é bicho." "Isso transforma o homem, que já está preso como animal, e ele fica mais revoltado." Após o primeiro motim, Rodrigues diz ter sido deixado numa quadra sem cobertura por quatro dias, sob sol e chuva.

Com o tempo, adaptou-se às novas condições e incorporou o código de conduta dos presos, inclusive atacando "jacks" (estupradores), "caguetas" ou "X9" (delatores). Esses detentos, segundo ele, eram punidos com a morte. "Era a lei imposta dentro do presídio, a lei do crime, e eu vivia na lei do crime naquele tempo." Conversão Depois que se tornou pastor, porém, Rodrigues diz que passou a rejeitar todas as punições do código da prisão.

Ele afirma que, se evangélicos voltam ao crime, é porque não se converteram para valer. Mas sempre há uma nova chance, diz o pastor, que cita passagens bíblicas que garantiriam o perdão divino a convertidos a despeito de pecados prévios: "Nenhuma condenação há para os que estão em Jesus". "Se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo". Em março de 2013, quando já construíra sua igreja e atuava como pastor, Rodrigues foi capturado pela polícia pela morte do sogro e para cumprir o resto da primeira condenação e levado a Pedrinhas outra vez. 

Na época, jornais de São Luís relataram que a polícia havia prendido um "bandido que se passava por pastor". "Eles discriminaram minha imagem, não acreditando no Evangelho." Ainda assim, Rodrigues recortou todas as reportagens e as guarda numa pasta vermelha. De tempos em tempos, exibe-as para os fiéis para mostrar "que é possível deixar o crime para trás". Na segunda passagem por Pedrinhas, ele diz ter convertido mais de 30 presos. 

E mesmo após sair em liberdade condicional em novembro, enquanto aguarda ser julgado pela morte do sogro, continua frequentando o presídio para celebrar cultos. Rodrigues diz que, além de permitir que os presos passem uma borracha nos seus erros, "confessar Cristo é o único caminho se o homem decide sair de uma facção ou outra". 

Só assim, afirma ele, as cinco gangues que dividem o controle de Pedrinhas permitem que um integrante deixe o jogo – desde que o faça de maneira definitiva. Rodrigues se diz seguro quanto à sua decisão. "Fiz um voto diante de Deus que é melhor ele me preparar e me levar logo do que eu voltar a comer o mesmo vômito que comia no passado". 

Ainda assim, caso seja condenado e tenha de voltar a Pedrinhas, ele se diz "preparado para voltar como um homem de Deus para pregar a palavra, sem medo". 

'Garantia da normalidade' 

A BBC Brasil pediu entrevistas com representantes do governo maranhense para tratar das denúncias de Rodrigues quanto à violência que teria sofrido dentro e fora de Pedrinhas. 

O governo optou por responder por e-mail, dizendo que "o trabalho da Polícia Militar é de garantir a normalidade no sistema penitenciário maranhense, fazendo a segurança dos presos e realizando revistas para evitar a entrada de drogas, armas e celulares nas unidades prisionais". Segundo o governo, todo o trabalho dos policiais é acompanhado por órgãos de Justiça e de defesa dos direitos humanos. O Estado não se pronunciou sobre as acusações de tortura fora das prisões nem sobre os crimes cometidos entre os presos.

Provocador Gospel - João Fellet BBC

de olho na notícia

Religião é única alternativa a facções, diz ex-preso que virou pastor no MA

SMK Editors  |  at  19:49

O que sente um preso ao sair de Pedrinhas, presídio em São Luís que está entre os mais violentos do Brasil, palco de decapitações e de 62 mortes nos últimos 12 meses? Marcelo Jorge Araújo Rodrigues, que em novembro passado deixou o presídio ao encerrar sua segunda temporada atrás das grades, surpreende na resposta: "Fiquei triste".

 A explicação para o sentimento, diz ele, tem a ver com o fato de que, pouco antes de sua captura, ele se tornara um pastor evangélico. "Saí e senti saudades dos irmãos que ficaram lá presos, a quem pregava, que me escutavam. Aquilo tudo foi muito doído", conta. Na primeira vez que deixou a prisão, porém, Rodrigues diz ter se sentido de outra forma. Ele estava preso – também em Pedrinhas – desde 2005 por assalto.



Queria tanto sair da cadeia que, em 2008, ao receber uma autorização judicial para passar as festas de fim de ano com os sete filhos, não voltou mais. "Parecia que tinha nascido de novo". Segundo crime Foragido, em pouco tempo cometeria outro crime, ao esfaquear seu sogro até a morte. "Estava drogado, só fiquei sabendo o que tinha feito no dia seguinte."

Apesar disso, não foi achado pela polícia e seguiu em liberdade. Foi só então que ele diz ter tomado a decisão que, segundo ele, mudaria o curso da sua vida: converter-se à Igreja Evangélica Unidos por Cristo. E por quê? "Por cansaço da vida do crime, por não compensar e não valer nada. E o chamado de Deus." Rodrigues logo abriria o seu próprio templo em São Luís, uma casinha de madeira sob uma ponte que cruza o rio Anil, na favela do bairro Jaracati.

A BBC Brasil visitou a igreja, batizada de Fogo Puro, com capacidade para cerca de trinta pessoas. As paredes são forradas com papel amarelo; o teto, com papel azul. As cerimônias contam com uma banda com dois violões, teclado, bateria e outros oito instrumentos de percussão. Para manter a casa limpa, pede-se aos fiéis que deixem os sapatos na entrada.

O capricho no templo contrasta com o entorno, onde lixo, ratos e excrementos se acumulam sob as tábuas que conectam as casas sobre o mangue. Rodrigues diz que, após erguer a igreja, em 2009, pôs fim a uma trajetória iniciada aos 12 anos, quando começou a se envolver com uma gangue por "influências". O primeiro assalto, diz ele, ocorreu aos 15, poucos anos após largar a escola, na quinta série.

Às vezes, era pego pela polícia. As capturas, segundo Rodrigues, eram seguidas por sessões de tortura para que confessasse os crimes e delatasse companheiros. "Já fui levado para o mato, amarrado, pendurado de cabeça para baixo no abismo, já fui torturado dentro do tanque, apanhei muitas ripadas na cabeça e não podia colocar a mão, que aumentava de dez em dez." Certa vez, diz que um policial "arrebentou" seu céu da boca com um fuzil. Também afirma ter passado pela "tortura do saco": "colocam um saco na tua cabeça, tu desmaia, jogam água. E todo tempo naquela opressão, pensando que vai morrer."

As piores lembranças, porém, são das duas vezes em que diz ter tido unhas removidas com alicate. "É uma sensação de arrancar um pedaço da gente estando vivo". Mesmo assim, afirma ter resistido à violência sem abrir a boca, respeitando a regra entre os criminosos que pune delatores com a morte. E como tampouco confessava os crimes, diz que sempre acabava liberado por falta de provas.

Rebelião

 Após o assalto em 2005, no entanto, Rodrigues foi finalmente condenado e levado a Pedrinhas pela primeira vez. Logo de cara enfrentou uma rebelião, em que os presos cobravam melhores condições. Naquele momento, diz ele, "o medo não é dos detentos: o medo é a polícia invadir e matar todo mundo, como no Carandiru", diz Rodrigues, citando o massacre em outubro de 1992 na antiga Casa de Detenção de São Paulo, quando 111 presos foram mortos. Rodrigues ainda enfrentaria em Pedrinhas muitas outras rebeliões – e intervenções policiais.

"Invasão é choque, gás de pimenta, tiro de borracha. Atiram nas pessoas sem nenhum respeito. Para eles a gente não é nenhum ser humano, é bicho." "Isso transforma o homem, que já está preso como animal, e ele fica mais revoltado." Após o primeiro motim, Rodrigues diz ter sido deixado numa quadra sem cobertura por quatro dias, sob sol e chuva.

Com o tempo, adaptou-se às novas condições e incorporou o código de conduta dos presos, inclusive atacando "jacks" (estupradores), "caguetas" ou "X9" (delatores). Esses detentos, segundo ele, eram punidos com a morte. "Era a lei imposta dentro do presídio, a lei do crime, e eu vivia na lei do crime naquele tempo." Conversão Depois que se tornou pastor, porém, Rodrigues diz que passou a rejeitar todas as punições do código da prisão.

Ele afirma que, se evangélicos voltam ao crime, é porque não se converteram para valer. Mas sempre há uma nova chance, diz o pastor, que cita passagens bíblicas que garantiriam o perdão divino a convertidos a despeito de pecados prévios: "Nenhuma condenação há para os que estão em Jesus". "Se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo". Em março de 2013, quando já construíra sua igreja e atuava como pastor, Rodrigues foi capturado pela polícia pela morte do sogro e para cumprir o resto da primeira condenação e levado a Pedrinhas outra vez. 

Na época, jornais de São Luís relataram que a polícia havia prendido um "bandido que se passava por pastor". "Eles discriminaram minha imagem, não acreditando no Evangelho." Ainda assim, Rodrigues recortou todas as reportagens e as guarda numa pasta vermelha. De tempos em tempos, exibe-as para os fiéis para mostrar "que é possível deixar o crime para trás". Na segunda passagem por Pedrinhas, ele diz ter convertido mais de 30 presos. 

E mesmo após sair em liberdade condicional em novembro, enquanto aguarda ser julgado pela morte do sogro, continua frequentando o presídio para celebrar cultos. Rodrigues diz que, além de permitir que os presos passem uma borracha nos seus erros, "confessar Cristo é o único caminho se o homem decide sair de uma facção ou outra". 

Só assim, afirma ele, as cinco gangues que dividem o controle de Pedrinhas permitem que um integrante deixe o jogo – desde que o faça de maneira definitiva. Rodrigues se diz seguro quanto à sua decisão. "Fiz um voto diante de Deus que é melhor ele me preparar e me levar logo do que eu voltar a comer o mesmo vômito que comia no passado". 

Ainda assim, caso seja condenado e tenha de voltar a Pedrinhas, ele se diz "preparado para voltar como um homem de Deus para pregar a palavra, sem medo". 

'Garantia da normalidade' 

A BBC Brasil pediu entrevistas com representantes do governo maranhense para tratar das denúncias de Rodrigues quanto à violência que teria sofrido dentro e fora de Pedrinhas. 

O governo optou por responder por e-mail, dizendo que "o trabalho da Polícia Militar é de garantir a normalidade no sistema penitenciário maranhense, fazendo a segurança dos presos e realizando revistas para evitar a entrada de drogas, armas e celulares nas unidades prisionais". Segundo o governo, todo o trabalho dos policiais é acompanhado por órgãos de Justiça e de defesa dos direitos humanos. O Estado não se pronunciou sobre as acusações de tortura fora das prisões nem sobre os crimes cometidos entre os presos.

Provocador Gospel - João Fellet BBC

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Mike Murdock mais uma vez vai estar no programa do Pr Silas Malafaia. Dias 1 e 8 de fevereiro o televangelista vai aparecer em rede nacional na Rede TV e na Band. Pois bem, todo mundo já sabe que de novo ele vai fazer o que sabe de melhor...Ministrar o dinheiro ($$$)!!!



Dessa vez a coisa é diferente. Muitas polêmicas sobre o pastor Mike apareceram nos últimos anos. Segundo sites internacionais como a DMagazine, Mike Murdock adora sair com prostitutas e assistir conteúdo adulto da pesada. Além de possuir um acervo enorme de jóias, ouros, diamantes e Relógios Rolex. Tudo isso em sua mansão. 

Brian Trey é o homem responsável por dar esses alertas. Ele foi amigo pessoal de Mike Murdock, e, segundo ele, não suportou ver Mike ministrando com a Bíblia na mão vivendo uma vida de promiscuidade. 
Em um trecho do livro, Trey expõe seu repúdio: “Odiava as mentiras, o engano, a ganância, os acordos de bastidores, os segredos, o sexo e toda a dor que ele causava aos cristãos falando sobre a necessidade de eles terem fé no “deus dólar”. Para mim, dentre os televangelistas, Mike Murdock era o pior. Enquanto o mundo estava assistindo-o pregar de terno, gravata e Bíblia aberta em suas telas de televisão, eu conhecia os lugares que ele nunca mostraria perante as câmeras”.

Em 1999 ele planejou um assalto à casa de Mike Murdock, entrou no cofre, roubou o que pode e fugiu para o México. Após o fim da investigação, voltou para os Estados Unidos, mas foi encontrado por investigadores particulares que o Pastor contratou, e entregue à Polícia. Trey cumpriu dez anos de condenação, e aproveitou o tempo na cadeia para escrever seu livro. 



“Eu sentia que todos seus mantenedores tinham sido injustiçados. Iria apenas consertar as coisas. Eu sabia que praticamente nada daquele dinheiro era destinado para o que Murdock chamava de ‘instituições de caridade’. Por todas estas razões, eu não me sentia nem um pouco mal por tomar até o último centavo que ele tinha. Eu não era herói. Eu tinha me tornado um canalha sujo e podre como todos eles”. 

Agora, o escritor afirma que se reconciliou com Deus e está livre das drogas, e pretende divulgar de todas as maneiras possíveis tudo o que sabe sobre o Pastor Mike Murdock.

Agora cabe-nos direção do Espírito Santo para nos mostrar a verdade. Mike não diz nada, e quem cala consente! 

Redação Provocador Gospel 
com informações do blog Luz e Vida
e da DMagazine USA.

tv

Mike Murdock tá chegando aí...Quem "qué" dinheiro??!!

SMK Editors  |  at  20:42

Mike Murdock mais uma vez vai estar no programa do Pr Silas Malafaia. Dias 1 e 8 de fevereiro o televangelista vai aparecer em rede nacional na Rede TV e na Band. Pois bem, todo mundo já sabe que de novo ele vai fazer o que sabe de melhor...Ministrar o dinheiro ($$$)!!!



Dessa vez a coisa é diferente. Muitas polêmicas sobre o pastor Mike apareceram nos últimos anos. Segundo sites internacionais como a DMagazine, Mike Murdock adora sair com prostitutas e assistir conteúdo adulto da pesada. Além de possuir um acervo enorme de jóias, ouros, diamantes e Relógios Rolex. Tudo isso em sua mansão. 

Brian Trey é o homem responsável por dar esses alertas. Ele foi amigo pessoal de Mike Murdock, e, segundo ele, não suportou ver Mike ministrando com a Bíblia na mão vivendo uma vida de promiscuidade. 
Em um trecho do livro, Trey expõe seu repúdio: “Odiava as mentiras, o engano, a ganância, os acordos de bastidores, os segredos, o sexo e toda a dor que ele causava aos cristãos falando sobre a necessidade de eles terem fé no “deus dólar”. Para mim, dentre os televangelistas, Mike Murdock era o pior. Enquanto o mundo estava assistindo-o pregar de terno, gravata e Bíblia aberta em suas telas de televisão, eu conhecia os lugares que ele nunca mostraria perante as câmeras”.

Em 1999 ele planejou um assalto à casa de Mike Murdock, entrou no cofre, roubou o que pode e fugiu para o México. Após o fim da investigação, voltou para os Estados Unidos, mas foi encontrado por investigadores particulares que o Pastor contratou, e entregue à Polícia. Trey cumpriu dez anos de condenação, e aproveitou o tempo na cadeia para escrever seu livro. 



“Eu sentia que todos seus mantenedores tinham sido injustiçados. Iria apenas consertar as coisas. Eu sabia que praticamente nada daquele dinheiro era destinado para o que Murdock chamava de ‘instituições de caridade’. Por todas estas razões, eu não me sentia nem um pouco mal por tomar até o último centavo que ele tinha. Eu não era herói. Eu tinha me tornado um canalha sujo e podre como todos eles”. 

Agora, o escritor afirma que se reconciliou com Deus e está livre das drogas, e pretende divulgar de todas as maneiras possíveis tudo o que sabe sobre o Pastor Mike Murdock.

Agora cabe-nos direção do Espírito Santo para nos mostrar a verdade. Mike não diz nada, e quem cala consente! 

Redação Provocador Gospel 
com informações do blog Luz e Vida
e da DMagazine USA.

sábado, 11 de janeiro de 2014

HOUSTON - Uma imagem capturada pelo Telescópio Nuclear Espectroscópico (NuSTAR), da Nasa, uniu religião e astronomia. A nuvem de partículas e radiação formada após a explosão de uma estrela, localizada a 17 mil anos-luz de distância da Terra, criou no céu uma estrutura que quando vista em raios X é semelhante a uma mão, tendo sido assim apelidada de a “mão de Deus”. 

Em 2010, o telescópio espacial Chandra, também da Nasa, já havia observado a “mão de Deus” em raios X de mais baixa energia, que aparecem na imagem em verde e vermelho, e o NuSTAR acrescentou as porções de mais alta energia, em azul. A imagem da “mão de Deus” mostra os resultados de uma supernova - nome dado às enormes e extremamente brilhantes explosões de estrelas com mais de 10 massas solares. O que fica para trás destas explosões é um corpo celeste chamado pulsar, que no caso da “mão” foi batizado de B1509 e gira em torno de seu eixo sete vezes por segundo, soprando um vento de partículas e radiação que empurra o material ejetado pelo colapso da estrela. 



De acordo com a Nasa, um dos grandes mistérios do objeto é a interação específica das partículas e radiação emitidas pelo pulsar que criaram a aparência da mão. Mas os cientistas não têm certeza se o material ejetado realmente assumiu a forma de uma mão ou foi sua interação com as emissões do pulsar é que fez com que ele seja visto dessa maneira. “Nós não sabemos se a forma de mão é uma ilusão de ótica”, afirmou Hongjun An, da Universidade McGill, em Montreal, em comunicado. “Com o NuSTAR, a mão se parece mais com um punho, que está nos dando algumas pistas”. 

A “mão de Deus” é um exemplo de pareidolia, fenômeno psicológico que faz com que as pessoas percebam rostos e formas familiares em imagens aleatórias ou vagas. Outras exemplos comuns de pareidolia incluem ver animais e objetos em nuvens ou a sombra de um coelho na Lua. 

Provocador Gospel / O Globo 
Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, 
reescrito ou redistribuído sem autorização.
de olho na notícia

Telescópio da Nasa capta imagem apelidada de a ‘mão de Deus’

SMK Editors  |  at  18:32

HOUSTON - Uma imagem capturada pelo Telescópio Nuclear Espectroscópico (NuSTAR), da Nasa, uniu religião e astronomia. A nuvem de partículas e radiação formada após a explosão de uma estrela, localizada a 17 mil anos-luz de distância da Terra, criou no céu uma estrutura que quando vista em raios X é semelhante a uma mão, tendo sido assim apelidada de a “mão de Deus”. 

Em 2010, o telescópio espacial Chandra, também da Nasa, já havia observado a “mão de Deus” em raios X de mais baixa energia, que aparecem na imagem em verde e vermelho, e o NuSTAR acrescentou as porções de mais alta energia, em azul. A imagem da “mão de Deus” mostra os resultados de uma supernova - nome dado às enormes e extremamente brilhantes explosões de estrelas com mais de 10 massas solares. O que fica para trás destas explosões é um corpo celeste chamado pulsar, que no caso da “mão” foi batizado de B1509 e gira em torno de seu eixo sete vezes por segundo, soprando um vento de partículas e radiação que empurra o material ejetado pelo colapso da estrela. 



De acordo com a Nasa, um dos grandes mistérios do objeto é a interação específica das partículas e radiação emitidas pelo pulsar que criaram a aparência da mão. Mas os cientistas não têm certeza se o material ejetado realmente assumiu a forma de uma mão ou foi sua interação com as emissões do pulsar é que fez com que ele seja visto dessa maneira. “Nós não sabemos se a forma de mão é uma ilusão de ótica”, afirmou Hongjun An, da Universidade McGill, em Montreal, em comunicado. “Com o NuSTAR, a mão se parece mais com um punho, que está nos dando algumas pistas”. 

A “mão de Deus” é um exemplo de pareidolia, fenômeno psicológico que faz com que as pessoas percebam rostos e formas familiares em imagens aleatórias ou vagas. Outras exemplos comuns de pareidolia incluem ver animais e objetos em nuvens ou a sombra de um coelho na Lua. 

Provocador Gospel / O Globo 
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reescrito ou redistribuído sem autorização.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Provocador Gospel - Por que você não fez a resenha do "É preciso crer" é a pergunta que mais recebi por e-mail nos últimos meses. Bom a resenha foi escrita mas não foi ao ar. Não gostei nada do CD fico abestado em ver que tem fãs que consideram ele o melhor pentecostal de 2013. Pentecostal a onde?? Desde o CD "As águas" Lauriete não me surpreende, male má "Vou profetizar" me agradou com algumas canções. Não sei se ela planeja lançar CD esse ano, eu torço para que não!! Hora de respirar né?!!!



Gosto muito da Lauriete, quem me conhece sabe disso. E é exatamente por isso que estou aqui dando uma reposta a todos que me perguntaram. O disco "É preciso crer" não entusiasmou nos arranjos, repertório fraco, projeto gráfico a onde???? Porque eu não vi nenhum tipo de arte além da flor colorida da capa em preto e branco!!!! Ou seja um álbum que não fez sentido algum..só é disco de ouro por causa do nome que a Lauriete tem no cenário pentecostal, aliás não entendo como vendeu tanto CD. Para os curiosos de plantão a nota final do álbum está logo abaixo:



Esse considero eu o pior lançamento já feito pela cantora que sempre conseguiu deixar seus singles em 1º lugar por todo o Brasil e principalmente nas igrejas. Até agora ninguém cantou uma canção sequer desse CD na igreja onde vou. Só uma música me deixou satisfeito, foi "Glorifica", está de composição de Samuel Mariano; deu uma graça ao CD, mas não deu para salvar a pátria!!

Provocador Gospel 


lauriete

É preciso crer... o pior CD que Lauriete já gravou!!

SMK Editors  |  at  18:22

Provocador Gospel - Por que você não fez a resenha do "É preciso crer" é a pergunta que mais recebi por e-mail nos últimos meses. Bom a resenha foi escrita mas não foi ao ar. Não gostei nada do CD fico abestado em ver que tem fãs que consideram ele o melhor pentecostal de 2013. Pentecostal a onde?? Desde o CD "As águas" Lauriete não me surpreende, male má "Vou profetizar" me agradou com algumas canções. Não sei se ela planeja lançar CD esse ano, eu torço para que não!! Hora de respirar né?!!!



Gosto muito da Lauriete, quem me conhece sabe disso. E é exatamente por isso que estou aqui dando uma reposta a todos que me perguntaram. O disco "É preciso crer" não entusiasmou nos arranjos, repertório fraco, projeto gráfico a onde???? Porque eu não vi nenhum tipo de arte além da flor colorida da capa em preto e branco!!!! Ou seja um álbum que não fez sentido algum..só é disco de ouro por causa do nome que a Lauriete tem no cenário pentecostal, aliás não entendo como vendeu tanto CD. Para os curiosos de plantão a nota final do álbum está logo abaixo:



Esse considero eu o pior lançamento já feito pela cantora que sempre conseguiu deixar seus singles em 1º lugar por todo o Brasil e principalmente nas igrejas. Até agora ninguém cantou uma canção sequer desse CD na igreja onde vou. Só uma música me deixou satisfeito, foi "Glorifica", está de composição de Samuel Mariano; deu uma graça ao CD, mas não deu para salvar a pátria!!

Provocador Gospel 


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